A imunização segue sendo a principal medida de proteção contra o sarampo. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) recomenda que a população confira sua situação vacinal e mantenha a caderneta em dia, principalmente diante da confirmação de casos da doença no estado em 2026.
Disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e faz parte do Calendário Básico de Vacinação.
Além de se vacinar, é importante ficar atento aos primeiros sintomas e buscar atendimento médico rapidamente, o que contribui para diminuir as chances de transmissão da doença.
O esquema vacinal varia de acordo com a idade:
- Bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da vacina tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
- Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina tríplice viral.
- Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme a disponibilidade da rede pública.
- Pessoas de 1 a 29 anos: devem ter duas doses registradas da vacina contendo componente contra o sarampo.
- Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
- Profissionais da saúde: devem seguir as recomendações específicas do PNI, com duas doses da vacina.
Pessoas que não possuem comprovante de vacinação ou têm dúvidas sobre o esquema vacinal devem procurar uma Unidade Básica de Saúde para avaliação da caderneta.
Onde se vacinar
Em todo o estado de São Paulo, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) disponibilizam a vacina gratuitamente.
Para o atendimento, é recomendado apresentar um documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação.
Quais são os sintomas do sarampo
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
Os principais sintomas são:
- febre alta;
- manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
- tosse;
- coriza;
- conjuntivite;
- mal-estar intenso.
Em alguns casos, a doença pode causar complicações como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.
O que fazer em caso de sintomas
Caso apresente sintomas do sarampo, se dirija a uma unidade de saúde para receber atendimento médico e orientações laboratoriais.
Segundo a da Secretaria da Saúde, é importante evitar contato social enquanto durar a suspeita, além de comunicar aos profissionais de saúde o histórico de viagens, contatos com outros suspeitos e a situação vacinal atualizada.
Foto: Divulgação/Governo de SP
















