Na noite desta quinta-feira (13), a Polícia Federal divulgou que o ex-presidente do INSS, Instituto Nacional do Seguro Social, recebia R$ 250,00 mil mensais em propina na fraude de descontos não autorizados de benefícios a aposentados e pensionistas.
Alessandro Stefanutto foi preso no mesmo dia, quinta-feira (13), por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com a Polícia Federal, Alessandro detinha influência na Conafer, Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais, e recebia propina usando empresas de fachada, como escritórios de advocacia, imobiliária e pizzaria.
Conforme dizem os investigadores da operação, o ex-presidente usava o codinome “Italiano”. A investigação encontrou grandes movimentações financeiras entre junho e setembro de 2024.
“Ficou claro que, em troca de sua influência, Stefanutto recebia propinas recorrentes, utilizando diversas empresas de fachada para ocultar os valores. O valor mensal de sua propina aumentou significativamente para R$ 250 mil após assumir a presidência do INSS. Seus pagamentos provinham diretamente do escoamento da fraude em massa da Conafer”, diz a Polícia Federal.
Para os agentes, o pagamento de propina era necessário para que as fraudes de descontos não autorizados continuassem.
*Com informações retiradas da Agência Brasil









