Em 20 de fevereiro, Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça o alerta de que a rede pública de saúde oferece suporte gratuito à população.
Estão disponíveis atendimentos, orientação e encaminhamento para tratamento de pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool, drogas e nicotina.
Os serviços, acessíveis a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), abrangem todos os níveis de atenção, desde a escuta inicial até o acompanhamento especializado, atuando de forma integrada na rede estadual de saúde.
Veja 4 formas de buscar ajuda gratuita na rede pública de São Paulo:
Unidade Básica de Saúde (UBS)
Na unidade mais próxima de casa, o cidadão que busca ajuda pode receber orientação, acolhimento, avaliação inicial e, quando necessário, encaminhamento para outros serviços da rede conforme a necessidade de cada paciente. Quando necessário, os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) também podem ser procurados diretamente para avaliação e acompanhamento.
A porta de entrada do SUS para a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) é pela Atenção Básica, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), administradas pelos municípios, por meio de cursos, palestras, eventos, apoio técnico em programas, projetos e ações.
Programa Vida Sem Álcool
O serviço Vida Sem Álcool, disponível no aplicativo do Poupatempo SP.GOV.BR, permite que o cidadão avalie se o seu consumo de álcool pode estar prejudicando a saúde. No próprio serviço, é possível realizar o Teste para Identificação de Problemas Relacionados ao Uso de Álcool (AUDIT).
Após o teste, se a pontuação for maior que 15, a orientação é procurar a UBS mais próxima; se a pontuação for maior que 20, é recomendado buscar avaliação em um serviço especializado, como um Caps-Ad.
O álcool é uma substância psicoativa e tóxica que pode causar dependência e está associado a diversos problemas, como: desenvolvimento de dependência; doenças como cirrose, doenças cardiovasculares, pancreatite e alguns tipos de câncer; agravamento de quadros de depressão e ansiedade, além do aumento do risco de suicídio; e maior risco de acidentes de trânsito, quedas e lesões.
No aplicativo: Basta acessar o serviço “Saúde”, escolher a opção “Vida Sem Drogas”, clicar em “Vida Sem Álcool”, clicar em “Iniciar” e seguir o passo a passo.
Programa Vida sem Nicotina
O serviço Vida sem Nicotina, disponível no aplicativo do Poupatempo SP.GOV.BR, é voltado para pessoas que desejam parar de fumar ou vaporizar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o tabagismo é uma doença crônica caracterizada pelo uso e abuso da nicotina.
O atendimento contempla usuários de cigarro, cigarrilha e charuto; fumo mascado; narguilé; cigarros eletrônicos e outros dispositivos de liberação de nicotina.
No próprio aplicativo, o usuário pode realizar o Teste de Fagerström, que mede o grau de dependência à nicotina. Ao final do teste, é possível: consultar as unidades que oferecem tratamento; conhecer os serviços disponíveis na rede estadual; iniciar o encaminhamento para acompanhamento.
No aplicativo: Basta acessar o serviço “Saúde”, escolher a opção “Vida Sem Drogas”, clicar em “Vida Sem Nicotina”, clicar em “Iniciar” e seguir o passo a passo.
Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas
Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas, que é uma unidade hospitalar voltada ao atendimento de dependentes químicos, prioritariamente oriundos das cenas abertas de uso. Os atendimentos são feitos de forma individualizada, de acordo com o quadro clínico de cada paciente. São realizados exames e cumpridos protocolos de escala de saúde mental e clínica. Se necessário e caso o paciente concorde, é realizado o encaminhamento para os programas de desintoxicação do estado, conforme a linha de atendimento definida pela equipe clínica.
O HUB é uma das principais inovações na política sobre drogas no Estado, e articula a rede de atenção psicossocial, com triagem, grupos terapêuticos, atendimentos médicos e encaminhamento a leitos hospitalares especializados para desintoxicaão.ç
Onde buscar atendimento: o serviço é referenciado. O paciente deve ser encaminhado por um serviço da rede pública de saúde, como Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Centro de Atenção Psicossocial (Caps), após avaliação.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP)










