Aplicativo “SP Mulher Segura” amplia e facilita a proteção contra violência de gênero

Criado para reforçar a proteção às mulheres, o aplicativo “SP Mulher Segura” reúne de forma acessível uma série de serviços, como: registro de Boletins de Ocorrência e um botão com comunicação direta com a polícia em caso de riscos, disponível para quem possui medida protetiva.

De acordo com o Governo de SP, desde que o aplicativo foi lançado, em 2023, já foi utilizado por quase 40 mil mulheres, com mais de 5 mil acionamentos de emergência e 1,5 mil boletins de ocorrência registrados de forma on-line, agilizando o socorro e o acesso à proteção.

Botão do Pânico

No aplicativo, há o chamado “Botão do Pânico”, que pode ser acionado por mulheres com medida protetiva em caso de emergências e envia um alerta à polícia com a localização da vítima. 

No caso de agressores monitorados por tornozeleira eletrônica, o sistema cruza os dados por georreferenciamento e se for detectada aproximação do agressor, o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) é avisado e uma viatura é despachada para o local imediatamente.

Boletim de ocorrência

Uma outra vantagem oferecida pelo aplicativo é a possibilidade de fazer o registro de boletins de ocorrência 24 horas por dia on-line. 

Assim, evita que a vítima tenha que se deslocar para uma delegacia e diminui a subnotificação de casos de violência, que impedem a ação policial.

“A criação do aplicativo foi um grande avanço, porque permite que a mulher tenha informações sobre os serviços prestados pelos órgãos públicos em apoio à violência, além do botão do pânico: quando ela tem uma medida protetiva decretada, ela pode acionar o botão do pânico e imediatamente uma viatura será deslocada para o local de risco”, diz Adriana Liporoni, secretária de Políticas para as Mulheres do estado de São Paulo.

Delegacia das Mulheres

A mulher vítima de violência em São Paulo pode procurar uma das 142 DDMs físicas espalhadas pelos municípios, sendo 18 com funcionamento 24 horas (7 na capital, 1 na Grande SP e 10 no interior). São locais destinados exclusivamente para o atendimento de vítimas da violência de gênero.

Com informações da Agência de Notícias do Governo de SP

Foto: Governo de SP