A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a primeira-dama Janja Lula da Silva e o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho participaram esta semana da reintrodução de 42 animais silvestres ao Cerrado. A ação ocorreu na Chapada Imperial, propriedade particular cadastrada pelo Ibama como Área de Soltura de Animais Silvestres (Asas), localizada em Brazlândia, região administrativa do Distrito Federal, a 50 quilômetros de Brasília.
A reinserção abrangeu espécies de jabuti (6), sagui-de-tufos-pretos (5) e dos pássaros canário-da-terra (8), baiano (7), periquito-de-encontro-amarelo (4), arara-canindé (3), trinca-ferro (2), encontro (2), papa-capim (2), golinho (1), graúna (1) e tiziu (1).
O processo foi conduzido pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
Ao serem devolvidos ao habitat natural, Marina Silva enalteceu a colaboração entre as instituições públicas e as organizações da sociedade civil, parceria que classificou como “fundamental” para “fortalecer a política ambiental brasileira”. “Quanto mais a gente deixa os animais ficarem na natureza, mais a gente revela a nossa humanidade”, afirmou.
O direito de viverem livres em seus ecossistemas nativos foi enfatizado pela primeira-dama. “Acho que o que a gente vai fazer aqui é o renascimento para esses animais que vão ser reintroduzidos na natureza”, pontuou.
O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, reforçou que o momento de soltura é também uma oportunidade para fortalecer a educação ambiental. “A gente precisa que o brasileiro entenda que o lugar dos animais silvestres é na natureza, que o tráfico de animais só causa o mal para todos. O Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo, mas também com a maior quantidade de espécies ameaçadas do mundo”, destacou.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Meio Ambiente
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